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Wesley Safadão quebra silêncio: ‘Rivalidade com Gusttavo Lima é mito’ — e o sertanejo responde

Roberto Neves
24 de maio de 2026 às 05:30
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Wesley Safadão quebra silêncio: ‘Rivalidade com Gusttavo Lima é mito’ — e o sertanejo responde
Divulgação / Imagem Automática

O sertanejo e o forró se encontram em mais de um ponto: no público, nos palcos e, por vezes, em narrativas de rivalidade. Mas, segundo Wesley Safadão, o que une os dois gêneros não é briga — é sucesso. Em entrevista concedida no dia 21 de maio de 2026, o artista cearense desfez o mito da suposta inimizade com Gusttavo Lima, classificando a história como ‘invenção da mídia’ para vender mais notícias.

Do palco para os bastidores: quando a rivalidade vira folclore

A suposta tensão entre os dois artistas ganhou força nos anos 2010, quando shows lotados e prêmios dividiam espaço nas manchetes. Enquanto Wesley Safadão arrastava multidões com seu forró eletrônico, Gusttavo Lima dominava as paradas com o sertanejo universitário. A mídia, ávida por enredos dramáticos, transformou a concorrência natural em uma narrativa de ‘guerra’.

Wesley Safadão e a estratégia de desarmar conflitos

Ao longo dos anos, Safadão tem adotado uma postura pública de evitar polêmicas, focando em sua carreira e em projetos como o Safadão Inc., sua gravadora. Em tom sereno, ele declarou: ‘Nunca tive problema com o Gusttavo. Se a imprensa quiser vender isso, problema dela’. A fala não apenas desmonta o mito, mas também reflete uma mudança no comportamento dos artistas brasileiros, que hoje priorizam colaborações e parcerias — como a recente participação de Gusttavo Lima no DVD de outro grande nome, Anitta.

O que a suposta rivalidade revela sobre a música brasileira

O caso Safadão vs. Gusttavo Lima é um reflexo de como a música brasileira — especialmente os gêneros populares — é frequentemente reduzida a enredos de ‘bem contra o mal’. Nos anos 2010, o sertanejo e o forró disputavam não apenas o público, mas também a atenção da mídia, que alimentava a ideia de uma rivalidade artificial. Hoje, porém, com a fragmentação do mercado e o surgimento de novos artistas, a narrativa de ‘inimigos’ perde força, dando espaço para parcerias estratégicas.

Para especialistas, o fenômeno não é exclusivo do Brasil. Nos EUA, artistas como Taylor Swift e Katy Perry transformaram uma suposta rivalidade em uma estratégia de marketing mútuo. No Brasil, Safadão e Gusttavo Lima parecem trilhar um caminho semelhante: desmontar o mito para, quem sabe, explorar um futuro colaboração.

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